Love Moschino lookbook Inverno 2010

Aqui está o lookbook de inverno 2010/2011 da Love Moschino com o modelo Francisco Lachowski.








Quais looks você mais gostou?

Aqui está o lookbook de inverno 2010/2011 da Love Moschino com o modelo Francisco Lachowski.








Quais looks você mais gostou?

As “squat parties” inglesas são festas secretas ligadas ao movimento underground em Londres. Nesta segunda feira, dia 6, véspera de feriado, o Alberta #3 traz uma Squat Party para sua pista. O designer Fabiano Karvax e o produtor cultural Leandro Pardí, promovem a festa de clima intimista.
Misturando o conceito ”underground” inglês com os hits mais bombados na noite paulista a festa trás sonoridades que passeiam do indie ao pop mixados com muito electro para inglês nenhum botar defeito” brinca Leandro. Em toda edição Um DJ da cena independente e um DJ ”consagrado” na noite assumirão as pick ups fazendo o pessoal se jogar com diferentes estilos musicas.
Para a Primeira edição, a pista será comandada pelos amigos Uala Vandeik, produtor multimídia, os blogueiros La Salle de Séjour (famoso pelos sets lists bem dançantes de música indie) e o pessoal do Neonico, que além de moda anda mostrando que entende de música também. Além dos sempre incríveis Johnny Luxo e Luca Lauri.
SERVIÇO:
Endereço: avenida São Luís, 272, República (em frente à biblioteca Mário de Andrade)
Programação: dia 06 de setembro (segunda-feira, véspera de feriado)
Entrada: a partir das 22h
Preços: 25 reais na porta, 15 reais lista para squat.alberta@gmail.com
*com valet.
— SORTEIO —
Concorra a 1 par de VIPS para a festa! Basta participar pelos comentários (com nome completo e e-mail válido) com respondendo a seguinte frase:
Encerraremos o sorteio as 23h59 de hoje (sexta-feira). #Run









Adorei os tênis de skatistas!
Modelos: Matheus Verdelho (Mega), Lucas Kittel e Vinicius Picoli (40 graus) e Yuri Bex (Zero Eleven).
Além disso, temos 4 skatistas “de verdade” pra dar movimento às fotos: Pedro Slivak, Felipe Bardy, Pablo Reinoso e Caua Lima.
Fotos de Fernando Young
Enjoy
Desde moleque sou fascinado pelas palavras: livros, teatro, letras de música e gírias do cotidiano. Atualmente ando intrigado com um novo dialeto utilizado na cidade de São Paulo, principalmente por nós, cuecas. Certamente você já teve contato com ele, mas não ligou o nome a pessoa. Mas não se preocupe amigo, porque hoje apresento formalmente a você o “Portugueto”.

Trata-se de um dialeto que nasceu na periferia, ganhou voz com os rappers e foi bizarramente tomando de assalto (as vezes à mão armada mesmo…) os playboyzinhos de plantão. Afinal, já falando em portugueto: Esses prayboy tá sempre brisano*.
Quer falar o dialeto? Siga as regras abaixo:
1) “Amigos” não existem mais. No portugueto, eles são “os truta”, “os mano”, “os véio”, “os bródi”. E “as mulheres” ou “garotas”, são “as mina” ou “os filé” (quando gostosas, claro).
Mencionar um grupo de pessoas nos leva a segunda” regra do portugueto:
2) Não existe mais concordância pro plural. Não importa a quantidade das “bagaça” só o artigo precedente ao substantivo e ao verbo estão no plural.
Dica: Pratique com seu chefe, tranquilo como se recitasse um trecho do “Primo Basílio”. Para dizer “Vou ao cliente levar as campanhas que já estão prontas.” use: “Vô colá lá no maluco, levá as bagaça que tá pronta.”
Quer acelerar sua prática? Conheça uma regra básica:
3) O Portugueto institui o fim do “LH” e cria novas palavras como “Baguiu”, “baruiu”, “fio” (não o elétrico, o do pai com a mãe mesmo). Dica: Chegue pro motoca da sua empresa e diga: “Mano, faz um corre que o Chuqui Norris dos maluco qué o bagui lá agora.
Senão o Zé Piqueno apaga nóis.” Muito provavelmente ele entenderá: “Cara, por favor vá com urgencia ao cliente que o chefe dele quer os documentos com urgência. Senão, nosso chefe nos mata.”

Dica muito útil: O sotaque nativo do dialeto chega até a excluir a última vogal da palavra. Pronuncia-se “Bagui” (a palavra “bagulho), “barui” (barulho), “fii” (filho). Esta regra deu origem a refinada expressão “bagarai – novo sinônimo do advérbio “muito”.
Adivinhe você a etmologia da expressão. Não posso explicá-la pois temos crianças acessando o blog, não é mesmo?!
4) Está banida a letra “r” do infinitivo de cada verbo. Você pode dizê, trazê, mintí, fazê tudo sem a letra “R” no final, que tá valendo. É uma loucura, você pode até incluir um acento pra marcar o tempo do verbo sem se preocupar. Afinel ele é facultativo.
Você pode ver que o Portugueto é ultra-flexivel, não? De início pode até parecer bacana, mas não é muito não. Falando sério, me pergunto quais as razões dessa maneira de falar ganhar um espaço expressivo entre a elite brasileira. Entendo quem nunca estudou numa escola bacana errar concordâncias verbais ou nominais (quando substantivo, adjetivo e verbo concordam em gênero e número). Mas me assusta a idéia deste dialeto ser um movimento de pura preguiça mental perpetuado as próximas gerações por pessoas que poderiam ler e escrever mais e melhor.
Sem perceber a gente começou a associar este português horrendo do gueto como papo de malandro, de macho e isso não é verdade. Chamar tudo de “baguiu” celebra um vocabulário pobre, descendente da falta de leitura, primo da falta de informação, pai e mãe da falta de reflexão. Nada a ver com esperteza ou macheza.

Se a elite cultural adere sem resalva a este dialeto, ao invés de multiplicar, desvaloriza seu conhecimento para pessoas jovens e menos instruídas. Ok, ninguém precisa chegar no boteco e dizer “ao estimado senhor atendente que gostaria de ingerir uma cerveja o mais breve possível, por obséquio.” Mas pedir uma cerveja ao garçom pode ser feito no bom e velho português. Claro que algumas das gírias são divertidas, fazem sentido e devem sim entrar no nosso dia a dia, mas vocabulário e repertório são bons e a gente gosta. Certo, mano?
* Tradução para português: Esses playboysinhos estão constemente distraidos.
Daniel Blum é colunista do Moda Para Homens, comportamento com a D-Vision.
Mickey Mouse (Camundongo Mickey ou Rato Mickey) é um personagem de cartoon que se tornou o símbolo da The Walt Disney Company. O personagem foi criado em 1928 por Walt Disney e o desenhista Ubi Werks e dublado por Walt Disney.
O camundongo antropomórfico* evoluiu de ser simplesmente um personagem de desenhos animados e quadrinhos para se tornar um dos símbolos mais conhecidos do mundo. E esse personagem é tendência nesses últimos acontecimentos no design, moda das camisetas, cuecas, tênis, bónes, moletons, relógios e acessórios em marcas internacionais e nacionais também. Esse promete ser tendência!






“Editorial da revista Blanco”






New era bónes

Vans Mickey Mouse

Mickey Mouse Adidas

*adj (antropo+morfo+ico2) 1 Que apresenta semelhança de forma com o homem. 2 Referente à antropomorfia ou aos antropomorfos. 3 Descrito ou concebido em forma humana ou com atributos humanos.

Recebemos em primeira mão o novo editorial da Limits para a coleção Primavera Verão 2011, inspirada numa viagem pela costa brasileira, pegando a BR-101.
Acompanhando a maresia da estrada, passando pela Ipanema dos cariocas, pelo Morro dos baianos e pela Pipa de Natal. Sem destino certo, onde a única preocupação é descobrir as belezas naturais e as riquezas culturais que só o Brasil tem. Uma viagem onde a Limits buscou em cada cultura, em cada povo, o jeito brasileiro e as semelhanças que esses lugares têm como o nosso Rio de Janeiro.
A cartela de cores é variada, e com muitos tons pastéis, do amarelo, azul e verde claro. Os tecidos são leves como o linho, a malha flame e malha botonê. As T-shirts em gola V e as pólos rugby e lavagens ozonizadas continuam em alta na coleção.







